A Casa do Rock, referência em Parnamirim (RN) na cena underground, lançou dia 19 de fevereiro a segunda temporada do projeto Verão na lata, que reúne sessions de seis bandas independentes em formato audiovisual.
A iniciativa surge como estratégia de continuidade das atividades da Casa durante o período de pausa presencial, deslocando a potência do espaço físico para o ambiente digital e ampliando o alcance da produção musical independente do estado.
Participam desta segunda edição bandas representativas da diversidade sonora do underground potiguar, como Antiadore, Botoboy, Demonia, Peixe Frito, Rusty HC e Theon. As sessions foram gravadas em formato audiovisual e estão disponíveis desde 19 de fevereiro nas plataformas digitais da Casa do Rock, que atua para preservar a memória e fortalecimento das redes independentes de música e cultura no estado.
Após o lançamento completo de todas as sessions, a Casa do Rock retoma suas atividades presenciais com a realização de um festival, reforçando o caráter cíclico do projeto entre o virtual e o físico.
Para Edo Sadistica, idealizadora e apresentadora da iniciativa, o Verão na Lata funciona como um registro vivo da cena independente local:
“Atuar na parte de mídia e comunicação são pilares super importantes na construção de uma cena assim. A gente tira um retrato do underground potiguar, da cena de bandas independentes, mostrando não só as atividades que a Casa do Rock desenvolve ao longo dos anos, mas que outros espaços, de maneira articulada, desenvolvem também. Esse ano, a gente fez uma edição que está deliciosa, quente e refrescante, do jeito que o verão potiguar merece”, conta.
Já Juliana Veríssimo, também organizadora e co-apresentadora da segunda edição, destaca o formato diferencial das sessions, que inclui entrevistas com as bandas:
“O projeto preserva uma sensação de proximidade entre público e artista por meio dos momentos de entrevista durante as sessions, que remetem facilmente a um papo presencial pós-show na Casa do Rock. O Verão na Lata reafirma a importância de fomentar espaços de divulgação para artistas independentes, fortalecendo a circulação da música underground e contribuindo para a consolidação de redes de visibilidade”, conclui.
Fonte: saibamais.jor.br



