As autoridades policiais que estão atuando na busca pelos dois foragidos da Penitenciária Federal de Mossoró redobraram os esforços na tentativa de localizar Rogério Mendonça e Deibson Nascimento.
A Força-tarefa se concentra agora na região de Baraúna, próximo à divisa com o Ceará.
Hoje, segunda-feira, 19, é o sexto dia de buscas intensas.
A fuga
A fuga dos dois presos, ocorrida na última quarta-feira, representa o primeiro incidente deste tipo na história do sistema penitenciário federal desde sua criação em 2006.
A operação mobiliza helicópteros, drones, cães farejadores e outros equipamentos de alta tecnologia, além de mais de 500 agentes das forças de segurança estaduais e federais.
No final da tarde de domingo (18), houve uma intensa mobilização policial, incluindo o uso de drones e helicópteros, em uma propriedade privada em Baraúna, mas nada foi encontrado.
Os fugitivos foram vistos pela última vez na noite de sexta-feira, 16, quando invadiram uma residência, fizeram os moradores de reféns, jantaram e fugiram levando dois celulares, alimentos e água.
Apelo da Avó
Tereza Padilha Silva, 86 anos, avó de Rogério Mendonça da Silva, 35 anos, um dos foragidos, disse em entrevista temer pela vida do neto.
A avó teme que o neto e seu comparsa sejam mortos em uma ação policial. Em sua opinião, fugas como essa geralmente terminam em tragédia, e é por isso que ela insiste para que Rogério se entregue pacificamente.
Ela reside no Ramal de Cassirian, no Acre, onde criou o neto desde os seis anos de idade e faz um apelo: que ele se entregue às autoridades para cumprir sua pena e assim ela teria a garantia de que ele está vivo.
Para dona Tereza, seu neto não é o monstro que estão pintando e, em um vídeo gravado para uma emissora de TV, ela afirma que o neto fugiu porque “a polícia descuidou”.
Fonte: Redação
Imagem: Gustavo Brendo/Inter TV Cabugi
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