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STF prepara esquema reforçado de segurança com varreduras, grades e policiamento para julgamento de Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) prepara um esquema especial de segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus no processo da trama golpista, previsto para começar no dia 2 de setembro, com resultado esperado para 12 de setembro. O reforço inclui varreduras nas residências dos ministros, restrição de acesso à Praça dos Três Poderes e aumento do efetivo policial dentro da corte, com agentes permanecendo 24 horas por dia na sede do tribunal.

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O STF requisitou cerca de 30 policiais de tribunais de todo o país para reforçar o seu efetivo da Polícia Judicial, que será responsável pelo esquema especial. Para acomodar os agentes, um dormitório improvisado foi montado na sede do tribunal, com beliches para que permaneçam à disposição durante todo o período, que deve durar ao menos dois meses, podendo ser estendido. A medida visa enfrentar o aumento das ameaças direcionadas ao tribunal e aos ministros, especialmente com a proximidade do julgamento de Bolsonaro.

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O esquema de segurança é considerado estratégico devido a dois fatores de risco. Primeiro, o julgamento ocorrerá entre os dias 2 e 12 de setembro, período que inclui as comemorações do 7 de Setembro, com bolsonaristas já anunciando manifestações que podem coincidir com os desfiles cívico-militares. O segundo ponto de atenção é a possibilidade de ataques prolongados ao STF mesmo após o término do julgamento, caso Bolsonaro seja condenado, com a prisão só ocorrendo após o fim de todos os recursos legais.

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Além do reforço de efetivo, as medidas incluem a manutenção das grades de proteção em torno do prédio da corte, instaladas após a explosão de Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiü França, em novembro do ano passado. O episódio fez com que a segurança do STF classificasse possíveis atacantes como “ratos solitários” em vez de “lobos solitários”, para evitar conotações positivas ao autor do ataque. A segurança também considera o risco da presença de Bolsonaro em alguma sessão, o que exigiria reforço adicional devido à sua condição de ex-presidente e ao potencial de comoção no local.

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O presidente da Primeira Turma do STF, Cristiano Zanin, organizou a agenda do julgamento em cinco sessões: 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro. A expectativa é que a análise do núcleo central da trama golpista se estenda por duas semanas, enquanto o tribunal mantém todas as medidas de prevenção e vigilância para garantir a segurança dos ministros, do público e da integridade do processo.

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