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Ramal do Apodi salta de 10% a 93% entre governos de Bolsonaro e Lula

O Ramal do Apodi — parte de um conjunto de obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco — avançou de 10,4% ao fim do governo de Jair Bolsonaro (PL) para 93,1% em abril deste ano, sob a gestão federal do presidente Lula (PT). 

Os dados constam em relatório do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Os serviços no local foram iniciados em junho de 2021. O Ramal do Apodi começa na estrutura de controle na Barragem Caiçara, na Paraíba, e se desenvolve pelo estado do Ceará até alcançar o Reservatório Angicos, no Rio Grande do Norte, numa extensão de 115 km.

A primeira etapa da obra já foi inaugurada em maio do ano passado no município de Cachoeira dos Índios (PB), em cerimônia que contou com a presença do presidente Lula (PT) e da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Apesar da digital do governo petista na obra, o senador Rogério Marinho (PL) — ex-ministro do Desenvolvimento Regional — tem atribuído para si e para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o avanço na integração hídrica no Nordeste.

Saiba Mais: Lula inaugura 1ª etapa do Ramal do Apodi junto com Fátima na PB

Mesmo tendo começado na metade do ano de 2021, o empreendimento apresentava 10,40% de execução física em janeiro de 2023, logo após a saída de Bolsonaro do Planalto e a volta de Lula. Já em abril deste ano, restam menos de 7% para conclusão. O crescimento percentual é correspondente à evolução dos projetos executivos, das obras civis e das instalações eletromecânicas. 

Já a escavação do túnel Major Sales, considerada uma das fases mais complexas da obra, foi concluída, restando apenas o piso, em construção, que termina até junho de 2026.

“Uma obra, inclusive, que foi feita em um tempo muito curto. O túnel começa a sua escavação em janeiro de 2023. E em três anos e meio, seis quilômetros e meio de túnel, transfigurando uma serra da Paraíba até o Rio Grande do Norte, é completado”, disse Paulo Varella, titular da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Norte (Semarh),

De acordo com a Semarh, no início do segundo semestre deste ano, o estado passa a contar com a água do Rio São Francisco, desta vez através do Ramal do Apodi. 

“O projeto do Ramal do Apodi, incluindo o túnel Major Sales, só saiu efetivamente do papel e se transformou em obra concreta no atual ciclo de gestão pública. É necessário esclarecer, com base em dados oficiais, que foi apenas a partir da gestão do presidente Lula e gestão estadual de Fátima que o empreendimento deixou a fase inicial e passou a avançar de forma consistente, garantindo resultados reais à população”, disse notícia publicada pelo governo estadual nesta terça (14). 

Ainda segundo o governo, a continuidade das obras de construção do Ramal do Apodi esteve ameaçada, ainda em 2022, com a perspectiva de as obras ficarem fora do orçamento. 

“A governadora Fátima Bezerra empenhou-se pessoalmente para garantir que os recursos fossem assegurados, sob pena de a população do estado ser penalizada, especialmente toda a região do Alto Oeste potiguar”, informou.

Poucos minutos antes, um material divulgado à imprensa pela equipe de comunicação do senador Rogério Marinho afirmou que a conclusão do túnel Major Sales possui “DNA de Bolsonaro” e dele. O material também disse que a “dupla foi responsável por retomar o projeto, que havia sido abandonado na gestão do PT”

O Ramal do Apodi registra 1.339 trabalhadores contratados para atuação nas obras, além de 755 equipamentos em operação nas frentes de serviço. Ao final, a obra beneficiará mais de 750 mil pessoas em 54 municípios, com um investimento total de R$ 1,45 bilhão.

No ano passado, na inauguração da primeira etapa do Ramal do Apodi, o ministro Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional) também falou sobre o avanço do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Segundo o ministro, “até 2016, Lula e Dilma deixaram 90% da transposição pronta, mas as obras foram paralisadas e abandonadas no governo seguinte”. Ele ressaltou que, já em 2023, Lula retomou os investimentos com a PEC da Transição e, com o Novo PAC, destinará R$ 30 bilhões até 2027 para obras de segurança hídrica, incluindo a conclusão de ramais como os do Apodi e Piancó.

Para acompanhar o avanço das obras e acessar os sumários executivos, clique no link.

Fonte: saibamais.jor.br

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