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GeralLaudos descartam presença de vidro em polpas de fruta da Ster Bom

Laudos descartam presença de vidro em polpas de fruta da Ster Bom

Técnicos do Laboratório Central do Estado (Lacen) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) concluíram que não há cacos de vidro ou qualquer outro corpo estranho em polpas de fruta da marca Ster Bom, produzidas no Rio Grande do Norte. Os laudos, divulgados nesta quinta-feira (14), respondem à denúncia feita pela advogada Bárbara Paloma, que afirmou ter encontrado fragmentos de vidro em embalagens de polpa de uva adquiridas em um supermercado de Mossoró.

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A análise do Lacen foi feita em amostras do mesmo lote distribuído ao supermercado Queiroz, onde a compra ocorreu. No Departamento de Análises Ambientais e de Produtos (Daap), o material passou por avaliações macroscópicas e microscópicas. Em ambas, não foi identificado nenhum corpo estranho. Os técnicos analisaram 3 kg do produto, quantidade superior ao mínimo exigido de 250 g.

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Já o Ministério da Agricultura realizou inspeção na fábrica da Ster Bom, em Macaíba, e também descartou falhas no processo produtivo que pudessem justificar a presença de vidro. O termo de inspeção destaca que a linha de produção possui múltiplos filtros para reter partículas indesejadas, o que, segundo o órgão, reforça a inviabilidade da contaminação descrita na denúncia.

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Em nota, a Ster Bom afirmou que os resultados “materializam o compromisso diário com a excelência no atendimento, a segurança do alimento e a plena satisfação de nossos consumidores”. A empresa agradeceu o apoio de clientes e reafirmou seguir protocolos rigorosos de higiene e qualidade.

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O caso
A denúncia foi feita no dia 21 de julho. Segundo Bárbara Paloma, vice-presidente da OAB-RN, o alerta surgiu quando sua filha encontrou um fragmento de vidro no suco levado para a escola. Em seguida, ela teria identificado pedaços semelhantes em outras embalagens lacradas da mesma marca. Um vídeo gravado pela advogada mostrando os supostos fragmentos circulou em grupos de WhatsApp e viralizou.

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A advogada afirma que, após a repercussão, passou a ser alvo de ataques e “especulações infundadas”. Ela disse ainda que encaminhou a denúncia aos órgãos competentes, que agora concluíram pela ausência de contaminação nas polpas analisadas.

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